CURIOSEANDO SOBRE AS AGULHAS DE MÁQUINA

agulhas

A união de tecidos vai muito além do seu propósito, ela emenda junto o prazer, a união, os sonhos, a delicadeza, a beleza, enfim, poderia aqui elencar mais emendas, principalmente, as que fez em minha vida.

Quando conheci o mundo do patchwork, tudo buscando na internet, sempre me deparava com os ensinamentos de muitas pessoas, fiquei apaixonada pelo ensinamento da pessoa Ana Cosentino, e, pelo mundo do patchwork.

Aqui não vou entrar em detalhes sobre o PATCHWORK em si, afinal, já deve ter lido muita coisa sobre esse mundo de emoções. Na verdade acho um assunto bem interessante e que nos cursos que fiz, apenas em um tive esse conhecimento, por isso, resolvi partilhar com vocês, vamos lá….

Estou falando das agulhas para máquina, as quais, tem importância em nossos trabalhos. Falo sobre seus modelos….

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Agulha para quilt – o tamanho ideal é a 90/14, tem uma identificação em cor azul e a parte superior é lilás, isso no modelo da Singer, e quanto a linha pode ser usada tanto a 100% algodão ou poliéster;

agulha-metalizada

Agulha para linha metalizada – ouço muitas pessoas falarem que não gostam de trabalhar com a linha metalizada porque arrebentam muito, talvez o problema esteja no uso da agulha correta, também da Singer e tamanho 90/14, tem a identificação azul e a parte superior não tem cor é o que diferencia da agulha para quilt, por ter seu orifício por onde passa a linha maior, isso faz com que a linha deslize sem pressão, assim, a linha não arrebenta com tanta facilidade, as linhas de viscose e cóton se adequam muito bem a esse tipo de agulha;

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Agulha dupla – em três tamanhos de largura, serve tanto para costura em paralelas retas como em pontos decorativos, deixa o trabalho muito harmonioso;

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Agulha asa – conhecida também como agulha aba, o tamanho que deixa o trabalho bonito é a 120/19, usada especialmente para o ponto ajour, também pode ser trabalhada com pontos decorativos, vale muito fazer o teste caso sua máquina possua esses recursos;

agulha_comum

Agulha comum – nossa companheira de tantos trabalhos tem que fazer parte deste artigo, como possuem diversas numerações vou dizer para que o que uso cada uma…

  • Número 9 – uso para tecido finos, como seda e organza, por exemplo;
  • Número 11 – uso para o tecido 100% algodão;
  • Número 14 – uso, quando estruturo o tecido com manta, por exemplo;
  • Número 16 ou 18 – uso com tecido pesado, o jeans, por exemplo.

Espero que possa ajudar, principalmente, assim como eu, uma iniciante ao mundo mágico do patchwork.

E você? Tem alguma contribuição sobre o patchwork? Deixe nos comentários, vou adorar saber!!!!

CURIOSEANDO SOBRE O CORTADOR CIRCULAR!!!!

cortador

Essa ferramenta tornou-se o queridinho de quem faz patchwork, pela precisão e o números de camadas que corta. Encontrado em  diferentes tamanhos como 18mm, 45mm e 60mm, o mais indicado para se trabalhar com tecido é o de 45mm e  existem modelos com a lâminas fixas ou retráteis e com ou sem trava de proteção, aconselho sempre a comprar com lâmina retrátil e trava, o ideal é ver o qual você tem mais afinidade uma vez que existem muitos modelos.

pecas

Esse cortador circular só pode ser usado com o auxilio de uma base de corte e régua apropriadas, igualmente como fazemos com as tesouras, separando seu uso por tipo de material, devemos ter o mesmo cuidado com o cortador, porque, materiais como manta acrílica e feltro desgastam mais rapidamente o seu corte.

O cuidado ao se manusear um cortador circular tem que ser redobrado, afinal seu corte pode causar um estrago feio onde passar, e claro, mante-lo longe do alcance das crianças.

montagem-limpeza

Como todo equipamento, o cortador circular também precisa de cuidados para aumentar a vida da sua lâmina, então, desmonte seu cortador e limpe-o toda vez que fizer uso prolongado, e, tenha muito cuidado para não se machucar. Quando tiver que passar o cortador por diversas vezes no mesmo lugar para cortar o tecido é hora de trocar a sua lâmina, mais  abaixo darei uma dica.

Na verdade falei sobre o cortador, apenas por causa de uma dica que encontrei na internet, e claro, tinha que testar antes de falar sobre o que li no post afiando lâmina do cortador do Tofu Studio, e, se tiverem curiosidade façam uma visita.

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Precisei apenas da lixa d’água 400 e caneta permanente para realizar este teste, e como resultado, o que posso dizer é que ficou muito melhor do que estava, se o seu trabalho é com patchwork onde o corte preciso é fundamental, não crie muita expectativa, para um improviso é uma solução hiper válida! E lembre-se, essa lâmina pode ser aproveitada para cortar outro tipo de material.

Encontrei uma outra explicação sobre como afiar a lâmina com papel alumínio, não testei, assim que realizar, posto contando o resultado.

Até mais!!!!

E você? Tem alguma dica de como afiar a lâmina do cortador? Deixe nos comentários, vou adorar saber!!!!!

Curioseando com RETALHOS

                        retalhos

Para quem trabalha com tecidos como eu, conviver com sobras de tecidos é uma grande realidade que fica todo amontado em um canto para depois ser destinado para alguma arte.

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Você também vive rodeadas de sobra de tecidos que guarda por muito tempo e depois joga fora, ou, que está sempre procurando o que fazer, deixo como dica organizar por tamanho e cores, desta maneira conseguira otimizar suas ideias.

Vamos lá aproveitar seus retalhos, segue algumas dicas:

  • Flores e laços – Variados modelos de flores podem surgir dos retalhos, o fuxico é uma possibilidade;
  • Peso de porta – Juntando os retalhos pode-se costurar qualquer forma para um peso de porta, que tal uma coruja toda colorida;
  • Aplicação – O patch apliquê é usado em muitas opções, roupas, pano de prato, bolsas, etc;
  • Sachê – Saquinhos feitos em diversos formatos, é uma ideia bem legal, principalmente, se quiser agradar seu cliente;
  • Almofadinha para alfinetes – Quem trabalha com tecido, sabe como os alfinetes são imprescindíveis, capriche no carinho;
  • Chaveirinho ou enfeites para decoração – Chaveirinho é uma outra ideia para brinde, e, como o Natal já está batendo a porta, fazer enfeites para a sua árvore é bem legal;
  • Marcador de páginas – Serve para livros, agendas e, quem tem o hábito de ler ou usa uma agenda, com certeza adora esse acessório;
  • Bolsas – Variados modelos de bolsas podem surgir dos retalhos, feitas com quadrados, tiras ou até mesmo de qualquer outra técnica;
  • Colcha – E aí, se anima a juntar todos os seus retalhos e criar uma linda colcha, até mesmo um, jogo americano;
  • Forrar botões – Pode criar uma característica em seus produtos;
  • e uma infinidade de possibilidades…..

crazy

Tenho que falar sobre uma técnica dentro do patchwork “que adoro”, o bloco crazy, tendo quem o ame ou odeie, é uma técnica que possibilita a criação de peças únicas e criadas a partir da própria imaginação. Ressalto, que com  a combinação de outras técnicas, como o Foundation, trabalhar com o crazy ampliou mais ainda as ideias.

 

Curioseando sobre o ZÍPER

ziper

Tudo na sua vida tem sua evolução, tudo se cria e se transforma e com o zíper também foi assim…..

Surgiu em 1851 patenteado pelo americano ELIAS HOWE recebendo o nome de FASTERNING FOR GARMENTS, estaria aí o fim do uso de botões, colchetes ou outro material para o fechamento de roupas e outros produtos? Não! Elias Howe preferiu dedicar-se ao aperfeiçoamento de sua outra invenção a MÁQUINA DE COSTURA.

Anos, muitos anos depois em 1890, eis que um outro americano com o nome de WHITCOMB JUDSON, realiza sua invenção. No Ano de 1893, recebeu a patente pelo seu invento que recebeu o nome de CLASP LOCKER e a certeza de que seu invento revolucionaria o mundo, fazendo com que os intermináveis botões fossem aposentados, e o invento não despertou atenção. Em 1894, em parceria com outras duas pessoas fundam a Universal Fastener Company, e lançam o fecho com o nome C-CURITY FASTENER, uma nova versão e um novo nome PLACKET FASTENER e ainda não era bem aceito.

evolucao

Em 1906, Judson contrata o sueco OTTO FREDERICK GIDEON SUNDBACK para trabalhar exclusivamente no aperfeiçoamento do fecho C-Curity Fastener. Em 1913, surge o primeiro aperfeiçoamento sendo patenteado por Otto com o nome de HOOKLES FASTENER que também precisaria de novos aperfeiçoamentos por também não serem aceitos. No ano de 1917 uma nova patente recebe o nome de SEPARABLE FASTENER. Foi no ano de 1920, com a aceitação total pelas forças armadas americanas é que mundialmente este fecho se tornou conhecido.

Somente em 1923 que o nome ZIPPER foi usado, pois se fazia referência a uma linha de botas que uma Empresa estava lançando. Ao se depararem com o som que emitia ao abri e fechar rapidamente as botas. ZIP (abre) e  ZIIIP (fecha).

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A partir da década de 30, é que o nosso tão conhecido ZÍPER foi amplamente usado em vestuários, e um marketing já muito bem definido foi um ponto chave para tanto amor, a praticidade onde até mesmo crianças ficariam mais independente, podendo se vestirem sozinhas. Isso é o máximo!!!!!

Encontramos hoje no mercado, uma infinidade de cores, tamanhos, espessuras, fixos e destacáveis, simples ou duplo…. é só usar a imaginação e criar….

O meu verdadeiro intuito é deixar aqui a mensagem de que se você acredita no seu SONHO, defenda-o que ele se realiza….

AHHHHH!!!! Tabém muito usado como gesto, quando pedimos para que alguém fique em silêncio!!!!! Valeu a descontração!!!!!

Se quiserem conhecer mais sobre a história do zíper tem uma matéria muito interessante nesse link.

Bom final de semana e até a próxima!!!!!

E você? Gostou? Deixo nos comentários vou adorar saber!!!!